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São Luís, Dia 2: Praia, Centro Histórico e Reggae na Chuva (Que Aventura!)

Depois daquela noite espetacular de 10 de maio de 2025, curtindo o showzaço do Geraldo Azevedo, a gente acordou no dia seguinte, 11 de maio, com aquela sensação boa de quem realizou um sonho. Mas, como nem tudo são flores em viagem de peão, ainda tínhamos umas pendências hoteleiras pra resolver e, claro, um mundão de coisas pra descobrir em São Luís. Mesmo com o tempo meio instável, com o sol aparecendo e sumindo entre nuvens, e a chuva dando o ar da graça de vez em quando, bora lá que eu te conto como foi esse segundo dia de imersão na cultura maranhense, com direito a voo de drone, mercado popular, perrengue com reserva e até um show de reggae pra fechar com chave de ouro!

Resumo da Descoberta do Segundo Dia

  • O Quê: Segundo dia explorando São Luís, incluindo a Praia Ponta D’Areia, Mercado Central, tentativa de visita a shopping e imersão no Centro Histórico à noite.
  • Onde: São Luís, Maranhão.
  • Quando: 11 de maio de 2025.
  • Quem: Eu (Hélio) e minha esposa.
  • Destaque: A beleza da Ponta D’Areia mesmo com tempo nublado, a vivacidade do Mercado Central, a chuva inesperada e a energia contagiante do reggae no Centro Histórico.
  • Hoje: Lembranças de um dia cheio de contrastes, superação de imprevistos e a descoberta de novos encantos na Ilha do Amor.

Manhã de Drone na Ponta D’Areia e Saga Hoteleira

Acordamos no nosso primeiro hotel em São Luís, aquele que reservamos às pressas depois da confusão com o voo. Mas, Hélio, e o café da manhã? Pois é, esse hotel não tinha o café incluso na diária, e pediam R$ 30,00 por pessoa. Eu mesmo não ia pagar esse valor, né? A gente que viaja no modo econômico precisa fazer essas escolhas. Decidimos então que o jejum seria nosso companheiro matinal por um tempinho. Antes de qualquer coisa, aproveitei a luz da manhã, mesmo com o céu nublado, para subir o drone Mangabinha e fazer umas imagens da Praia Ponta D’Areia. Tinha um pouco de céu azul entre as nuvens, e as imagens ficaram lindas, mostrando a orla e a imensidão da baía.

Depois do voo do drone, por volta das 11:21h, fizemos o check-out e fomos para o nosso “novo velho” hotel, o SLZ Lagoa Hotel. Lembra daquela treta com o Booking.com que a reserva tinha sido cancelada indevidamente? Pois bem, depois de muita conversa, uma moça muito educada do Booking.com conseguiu resolver tudo! O único detalhe é que tivemos que dormir em camas de solteiro, mas a gente deu um jeitinho cearense e juntou as camas, claro! E vou te contar, viu, o hotel era muito bom, com uma vista incrível para a Lagoa da Jansen. O café da manhã deles, que provaríamos no dia seguinte, era excelente.

Explorando o Coração Pulsante de São Luís: Mercados e Sabores

Já instalados e com a barriga roncando mais que onça na seca, chamamos um Uber por volta das 11:40h e partimos para o Mercado Central. A ideia era sentir o burburinho da cidade e, finalmente, quebrar o jejum. E que achado! Do lado do mercado, encontramos um restaurante bem simples, daqueles que o pessoal local frequenta, e almoçamos uma comida caseira deliciosa por apenas R$ 18,00 por pessoa. Pense numa economia boa! Mal terminamos de comer e o tempo virou: começou a chover.

Mesmo com a chuva, não desanimamos. Por volta das 13:00h, demos uma esticada a pé até o São Luís Shopping, mas a intenção era mais dar uma olhada por fora e talvez fazer umas imagens da entrada, porque gravar dentro de shopping, já se sabe, é sempre uma novela, eles geralmente não deixam. Não ficamos muito tempo por lá.

Tarde Cultural (e Molhada) no Centro Histórico

Mas, Hélio, como vocês voltaram pro Centro Histórico com chuva? De ônibus, meu jovem! Por volta das 14:00h, pegamos um ônibus e pagamos R$ 8,40 para nós dois. É um jeito excelente de vivenciar o dia a dia da cidade e economizar uma graninha. Chegamos ao Centro Histórico de São Luís e, mesmo com a chuva indo e vindo, que lugar impressionante! Ficamos por lá até o anoitecer, e que espetáculo ver as luzes dos casarões antigos se acendendo, realçando a beleza da arquitetura colonial. As gravações que fiz ali ficaram sensacionais, mesmo com o tempo instável.

E para coroar a tarde, uma surpresa: encontramos um show de Reggae acontecendo ali mesmo, ao ar livre! Rapaz, São Luís realmente faz jus à fama de “Jamaica Brasileira”. A energia era contagiante, o som envolvente, e a gente entrou no clima na hora. Foi muito bom curtir aquele momento, sentir a vibração da música que é a cara da cidade. Depois de tanta andança e emoção, a fome bateu de novo, e por volta das 18:00h fizemos um lanche num trailer simples, mas com uma comida excelente. Para voltar para o hotel, mais um Uber para fechar o dia.

Entre Chuva e Cliques: Nossos Registros no Coração Histórico de São Luís

Depois de resolvermos nossas pendências e explorarmos um pouco, dedicamos boa parte da tarde do dia 11 de maio para uma missão que eu amo: registrar as belezas do Centro Histórico de São Luís. Mesmo com o tempo instável e a chuva querendo dar as caras de vez em quando, aproveitamos cada oportunidade para capturar a essência daquele lugar. Tirei muitas e muitas fotos incríveis dos casarões coloniais, dos detalhes dos azulejos portugueses e da atmosfera única das ruas de pedra. Além das fotos, também fizemos diversas gravações que, futuramente, vão virar vídeos tops aqui pro canal e pro blog, contando um pouco mais sobre a rica e fascinante história de São Luís. Aguardem, porque o material ficou show de bola! 

Em Conclusão: Um Dia de Imersão e Surpresas na Ilha do Amor

Rapaz, que dia! O dia 11 de maio em São Luís foi uma verdadeira montanha-russa de sensações. Começamos com a incerteza do hotel, passamos pela beleza um tanto melancólica da Ponta D’Areia sob um céu nublado, nos deliciamos com a simplicidade saborosa do almoço no mercado, enfrentamos a chuva, nos perdemos (no bom sentido!) pelas ruas históricas e finalizamos a noite ao som vibrante do reggae. É isso que eu amo em viajar: os imprevistos que viram história, as pequenas descobertas que enriquecem a alma e a capacidade de um lugar de nos surpreender a cada esquina. São Luís, mesmo debaixo d’água em alguns momentos, mostrou uma força cultural e uma beleza que só me deixaram mais ansioso pelo que ainda estava por vir nos Lençóis Maranhenses. Melhor pingar do que secar, né não? E pingou muita cultura e experiência boa nesse dia!

E você, meu jovem, já passou por um dia de viagem assim, cheio de reviravoltas e descobertas inesperadas? Qual foi o perrengue mais engraçado ou a surpresa mais agradável que já teve numa de suas andanças? Compartilhe suas experiências nos comentários abaixo! Quero saber das suas histórias também!

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