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Dia 4 nos Lençóis: Adeus às Dunas, Chuva na Estrada e Reencontro com São Luís!

Rapaz, sabe aquele dia que já começa com cara de despedida? Pois foi exatamente assim que amanheceu nosso 16 de maio de 2025 em Barreirinhas. Depois de dias incríveis, incluindo o memorável passeio pela Lagoa Bonita e até uma “sinfonia” de pedreiros no banheiro da pousada, era hora de dar tchau para as dunas e pegar a estrada de volta para a capital, São Luís. O que eu não imaginava era que essa despedida se transformaria numa aventura daquelas! Pense numa confusão com van, negociação de transfer e uma chuva que parecia que o céu ia desabar. Vem comigo que essa volta foi cheia de perrengues que, no fim, viraram história pra contar.

Resumo da Despedida

  • O quê: Quarto e último dia em Barreirinhas, com uma viagem de volta cheia de imprevistos para São Luís.
  • Onde: Saída da Pousada Meu Xodó (Barreirinhas) e chegada ao Hotel SLZ Lagoa (São Luís), no Maranhão.
  • Quando: 16 de maio de 2025, um dia chuvoso que testou nossa paciência de viajante.
  • Quem: Eu, Hélio, e minha esposa, no modo econômico e colecionando mais um perrengue pra lista.
  • Destaque: Conseguimos um transfer por R$ 100 por pessoa, enquanto outros cobravam até R$ 250! Prova de que pesquisar e conversar sempre vale a pena.
  • Hoje: A certeza de que em viagem, nem tudo sai como planejado, mas com jogo de cintura, tudo se resolve.

Manhã de Check-out e a Van que Sumiu

O dia começou cedo, às 8h, com aquela missão que todo viajante conhece: garantir o teto da noite seguinte. Peguei o celular e, pelo Booking, reservei nossas três noites no Hotel SLZ Lagoa por R$ 730,00. Pelo menos uma preocupação a menos, né não? Com a hospedagem garantida, a tranquilidade parecia reinar. Parecia.

Lá pelas 9h, depois de fazer o check-out na Pousada Meu Xodó, fomos procurar as vans para São Luís. E aí, meu amigo, o primeiro baque do dia: descobrimos que a maioria das vans parte às 9h em ponto. Pense numa situação! Nós ali, com as malas na mão, e o transporte tinha simplesmente ido embora. Viajar no modo econômico é top, mas às vezes a gente esquece desses detalhes. Ficar pra trás? Eu mesmo não!

Mas, Hélio, como vocês saíram de lá? Rapaz, foi na base da conversa. Logo apareceram motoristas de carros particulares oferecendo o trecho. Os preços eram um absurdo, tinha gente pedindo R$ 250 por pessoa! Tô já pagando! Continuei procurando e achei um motorista gente boa que topou fazer por 100 pila cada um. Eita coisa boa! Metade do preço e com mais conforto. Às vezes, um perrengue vira um privilégio.

O Último Almoço em Nosso “QG”

Antes de pegar a estrada, às 11h20, fizemos questão de almoçar pela última vez no nosso restaurante favorito de Barreirinhas, o 4×4. O dono já nos conhecia e nos recebeu com aquele sorriso de sempre. Pedi um peixe frito com baião de dois que, vou te contar, viu, tava só o “mii disbuiado”! Aquele almoço foi quase um ritual de despedida, um jeito de agradecer pela acolhida que tivemos.

Enquanto comia, fiquei lembrando dos últimos dias. A imensidão das dunas na Lagoa Bonita, a beleza surreal das lagoas de Santo Amaro, as caminhadas pela orla do Rio Preguiças. Cada momento foi único. Aquela viagem estava sendo um verdadeiro presente, mesmo com o orçamento apertado. É como eu sempre digo, a rapadura é doce, mas não é mole, e a gente estava saboreando cada pedacinho.

A Viagem de Volta: Um Safári Debaixo D’água

A viagem de volta para São Luís, que começou por volta do meio-dia, durou umas 3 horas e meia e foi uma aventura à parte. Assim que pegamos a estrada, o céu desabou. Era uma chuva torrencial, daquelas que o limpador de para-brisa não dá conta. A estrada virou um rio, e a visibilidade era mínima. Naquele momento, agradeci a toda pesquisa que fiz sobre o clima. Já pensou pegar uma chuva daquela no meio das dunas? Melhor pingar no carro do que secar no meio do nada!

O motorista, muito experiente, nos guiava com segurança enquanto contava mais sobre a vida no Maranhão. Conversamos sobre tudo: a transformação de Barreirinhas com o turismo, a cultura forte de São Luís e os desafios da região. Foi uma verdadeira aula, muito melhor que qualquer guia turístico. Isso me fez lembrar de uma viagem de carro que fiz com minha família, de Cascavel a Caculé, na Bahia, onde as conversas e as paisagens da estrada se tornaram a parte mais rica da jornada.

Chegada em São Luís e o Check-in Surpresa

Chegamos em São Luís por volta das 16h, direto para o Hotel SLZ Lagoa. E quando a gente pensou que os perrengues do dia tinham acabado, veio mais um! Na recepção, descobrimos que o pagamento parcelado que fizemos pelo Booking era apenas uma “pré-autorização”. Resultado: tivemos que pagar o valor total ali na hora. Sei não, viu, essas plataformas às vezes nos pregam cada peça!

Felizmente, tínhamos nos planejado para imprevistos e conseguimos resolver sem estresse. O hotel, por sua vez, foi uma grata surpresa. A vista para a Lagoa da Jansen era simplesmente fascinante, o quarto era confortável e o café da manhã, que teríamos no dia seguinte, parecia promissor. Por um custo de aproximadamente R$ 243 a diária para o casal, estava sendo um achado.

Dicas do Hélio para o Transfer Barreirinhas – São Luís

Se você está planejando essa viagem, deixe comigo que vou te passar umas dicas de ouro que aprendi na prática. Quem avisa amigo é!

  • Acorde Cedo para a Van: As vans regulares saem, em sua maioria, às 9h da manhã. Perdeu esse horário, já era! Programe-se para não ficar na mão.
  • Negocie o Preço: Se perder a van, os carros particulares são a opção. Os preços variam muito, de R$ 100 a R$ 250 por pessoa. Converse, pesquise e negocie. Não aceite a primeira oferta!
  • Leve Lanches e Água: A viagem é longa. Ter algo para beliscar e se hidratar torna o trajeto bem mais confortável, especialmente se houver imprevistos na estrada.
  • Confirme sua Hospedagem: Antes de sair de Barreirinhas, dê aquela confirmada na sua reserva em São Luís. Evita o estresse de chegar cansado e descobrir que tem um problema no check-in.

Em Conclusão: Toda Despedida é um Novo Começo

Nosso último dia em Barreirinhas foi uma montanha-russa de emoções. A tristeza da despedida, o estresse do transporte, o alívio de encontrar uma solução e a alegria de chegar a um novo destino. Foi um dia que resumiu perfeitamente o que eu amo em viajar: a capacidade de se adaptar, de encontrar soluções e de transformar perrengues em boas histórias.

Saímos de lá com o coração cheio de gratidão pelas paisagens que as obras do Criador nos presentearam e pelas pessoas que conhecemos. Agora, estávamos de volta a São Luís, prontos para explorar a capital maranhense com mais calma e com a certeza de que a aventura estava longe de acabar. E já vou te adiantando que os próximos dias em São Luís foram sinistros!

E aí, meu jovem, o que achou dessa aventura de volta? Já passou por algum perrengue parecido com transporte em viagem? Compartilhe suas histórias nos comentários abaixo! Quero saber de tudo!

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