Ciência: Pornografia leva a disfunções sexuais gravíssimas e ao declínio da qualidade conjugal

“A pornografia atende a todos os pré-requisitos para a mudança neuroplástica [do cérebro]. Quando os pornógrafos se gabam de introduzir temas novos e mais hardcore, o que eles não dizem é que precisam fazer isso porque seus clientes estão construindo uma tolerância ao conteúdo”, explica o psiquiatra Norman Doidge.

Cientistas do mundo todo tem pesquisado sobre os efeitos da pornografia a curto e longo prazo. Os resultados não nada animadores para os que acham que é normal consumir esse tipo de conteúdo. Leia um resumo abaixo e tire suas conclusões. No final do post vou deixar a matéria completa para que você possa ler os detalhes. 

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Alguns dos principais efeitos potenciais a longo prazo da pornografia são disfunções sexuais (especialmente a incapacidade de atingir a ereção ou o orgasmo com um parceiro) e o declínio na qualidade conjugal e comprometimento com um parceiro romântico.

Homens que assistem muita pornografia são mais propensos a disfunção sexual?
Estes efeitos estão ligados ao papel de um neurotransmissor chamado dopamina, liberado pelo cérebro como resposta ao estímulo sexual. Ele é associado com o sistema de recompensa do nosso organismo – ou seja, produz uma sensação de prazer e satisfação.

O que acontece com usuários pesados de pornografia é que, ao invés de procurarem um parceiro romântico para satisfazerem seus desejos, eles recorrem mais frequentemente a vídeos no celular e laptop.

A pornografia pode ser hiper estimulante e levar a explosões tão grandes de recompensa e prazer que acaba “viciando” o cérebro. Isso, por sua vez, pode deixá-lo “insensível” a níveis de dopamina secretados por fontes naturais de prazer.

“A pornografia atende a todos os pré-requisitos para a mudança neuroplástica [do cérebro]. Quando os pornógrafos se gabam de introduzir temas novos e mais hardcore, o que eles não dizem é que precisam fazer isso porque seus clientes estão construindo uma tolerância ao conteúdo”, explica o psiquiatra Norman Doidge.

Com infirmações do site Hypescience

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